Com a proximidade entre as marcas e os consumidores e a forma de facilitar esta relação foi necessário entender os diversos aspectos que fazem parte desta interação.
Desta maneira surgiu a área de User Interface ou Interface do Utilizador, onde o designer é responsável pela criação visual de um projeto.
A seguir explico alguns aspetos importantes para quem trabalha neste sector e a sua importância.
ÍNDICE
User Interface – alguns aspetos de interesse


“Design is a funny word. Some people think design means how it looks. But of course, if you dig deeper, it’s really how it works.” – Steve Jobs
A evolução do mundo para uma era mais tecnológica e digital conduziu as empresas e as organizações em geral a darem mais importância a áreas como a usabilidade, a acessibilidade, a interação, a experiência do utilizador, a realização de protótipos e a criação de personas (personagens-alvo).
Esta evolução veio reforçar e destacar a importância da utilização de disciplinas como a User Experience (UX) e o User Interface (UI).
Os UX e UI designers têm o objetivo de tornar o uso das plataformas digitais numa experiência mais agradável e de fácil utilização.
Enquanto o UX está relacionado com a experiência do utilizador e com os seus sentimentos, o UI dedica-se à forma como o utilizador consegue alcançar esta mesma experiência.
Por outras palavras, o UI é uma área do design que consiste na criação de layouts através de esboços e protótipos, entre outros elementos visuais, sob o conceito do Design Centrado no Utilizador.
As 8 regras de ouro do User Interface
Ben Shneiderman, professor do Laboratório de Interação Humano-Computador na Universidade de Maryland, College Park, desenvolveu uma lista chamada Eight Golden Rules of Interface Design que descreve de forma precisa as características essenciais de um bom projeto de UI.
1 – Manter a consistência:
A utilização de ícones, cores, hierarquias, menus, call-to-actions, entre outros elementos visuais, é essencial para desenvolver uma interface de qualidade e proporcionar ao utilizador uma boa experiência.
2 – Permitir que os utilizadores utilizem atalhos:
À medida que o utilizador fica mais à vontade com o interface, a necessidade de criar formas mais rápidas de interação na realização de tarefas também aumenta.
O exemplo mais conhecido são os atalhos Ctrl+C (copiar) e Crtl+V (colar) que permitem realizar uma tarefa, que antes demorava mais tempo.
3 – Responder ao utilizador quando ele pergunta:
O utilizador, ao interagir com estas plataformas, precisa de saber onde está, o que está a acontecer e para onde vai ser direcionado após a conclusão da sua ação.
Um exemplo simples para esta situação é a indicação da página onde se está.
4 – Criar diálogos que indiquem o fim de uma ação:
Dizer ao utilizador que completou um ciclo é fundamental.
Não se deve permitir que os utilizadores pressuponham alguma coisa, ou seja, devem ter a certeza que a ação realizada resultou em algo.
Para exemplificar tenha em mente um processo de compra de um produto via e-commerce.
No fim da compra é importante informar o utilizador que o produto escolhido foi adquirido com sucesso.
5 – Mostrar a forma de corrigir um erro:
O ser humano não gosta que lhe digam quando está errado, principalmente, quando estamos a falar de utilizadores.
Para evitar esta situação, toda a interface deve possuir elementos capazes de evitar o maior número de erros.
Mas, quando erros não previsíveis acontecem, deve ser apresentado ao utilizador uma espécie de “guia” que explica passo-a-passo como resolver a situação. Este deve ser feito de uma forma ágil.
Exemplo disso são os avisos que aparecem nos formulários. Quando existe um erro aparece um alerta que indica o que se deve corrigir.
6 – Deixar o utilizador reverter ações (Ctrl+Z):
Um interface, seja de um produto, serviço ou um sistema, deve sempre ter a possibilidade de o utilizador voltar atrás.
O comando Ctrl+Z permite ao utilizador deixar de ter a preocupação de cometer algum erro durante a navegação.
7 – Dar ao utilizador a sensação de controlo:
Criar a sensação de controlo e proporcionar uma certa confiança entre o utilizador e a interface. Este processo é possível sempre que as transformações ocorrem da forma que o utilizador está a espera que aconteçam.
8 – Reduzir a carga de memória de curta duração:
O ser humano é capaz de armazenar no seu cérebro aproximadamente cinco informações diferentes de uma só vez mas, somente, durante um curto período de tempo.
Devido a este fator, a interface deve ter soluções que permitam ao utilizador encontrar informações de uma forma rápida sem necessidade de ter que tomar notas.
Após esta explicação percebemos que o objetivo é tornar a relação entre o utilizador e o interface o mais natural e tranquila possível.
Conclusão
Ao compreendermos a importância de um interface e os fatores a ter em conta para o seu desenvolvimento, ficamos com a noção exata de que todos estes elementos vão determinar se a experiência do utilizador é boa ou má.
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